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sábado, 7 de maio de 2011

Mamãe, que Jóia!

Mummy, that priceless! Like a rare gem!
Mamãe, que valor inestimável! Como uma rara jóia!

Dia das Mães. Quem idealizou a comemoração desse dia foi a americana Ana Jarvis, professora primária de Webster, nos Estados Unidos, ao transferir para todas as mães do mundo a homenagem que seus amigos prestaram, no segundo domingo de maio de 1907, à memória de sua mãe Anna Reevers Jarvis.

Uma placa comemorativa existente na Igreja Episcopal de Grafton, no estado da Virgínia, naquele país, asssinala a primeira celebração pública do Dia das Mães, em 10 de maio de 1908.
Posteriormente, o presidente norte-americano Woodrow Wilson assinou um decreto que oficializou o Dia das Mães nos Estados Unidos da América do Norte, a ser festejado no segundo domingo de maio.
No Brasil, coube à Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, a iniciativa de introduzir a menção dessa data, promovendo, em 1919, uma solenidade, da qual foi presidente o falecido escritor Álvaro Moreira e oradora oficial a poetisa Júlia Lopes de Almeida.
A partir daí, o Dia das Mães passou a ser festejado em outros estados brasileiros, até que, em junho de 1931, a presidente do 11º Congresso Internacional Feminista, Alice Toledo Tibirçá, dirigiu ao presidente Getúlio Vargas uma mensagem solicitando a oficialização da data.
Pelo decreto nº 21.336, de 5 de maio de 1932, o presidente da República instituiu em todo o país o "Dia das Mães", a ser observado no segundo domingo de maio.
Mais tarde, no ano de 1947, essa data foi incluída no calendário oficial da Igreja Católica no Brasil, pelo Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, D. Jaime de Barros Câmara.

A data é festejada na escola, onde se ensina que ela é consagrada para festejar aquelas a quem devemos a vida e que contribuem anonimamente para o aperfeiçoamento moral de uma sociedade. É com a mãe que a criança, em cada idade, aprende coisas especiais e fundamentais. É com a mãe que a criança aprende a acreditar na lealdade das pessoas e das coisas.

Cedo, a criança aprende a confiar nos passos e na voz da mãe, nas grades do berço, a acreditar que a coisa branca dentro da mamadeira é boa para beber, que na colher estendida para sua boca, há algo de bom para comer.

É com a mãe que as crianças maiores aprendem como tratar as pessoas que elas diferem em idade, sexo, temperamento. Como dar e como receber, como fazer parte de um conjunto complexo e assim agindo, integrar-se na sociedade, contribuindo com o que delas se espera.

O lar é o lugar onde se vive. E é na família que as crianças podem receber a proteção e o afeto de que necessitam.

É na família que os seres aprendem a ser realmente humanos e, especialmente, pela mão da mãe, capazes de confiar e amar, aprender e trabalhar, capazes de ter fé em si mesmos.



PARABÉNS MAMÃE PELO SEU DIA!!!