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domingo, 31 de outubro de 2010

PRIMEIRA PRESIDENTE DO BRASIL



PARABÉNS DILMA!
PARABÉNS LULA!

PARABÉNS BRASIL!!!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Eleição 2010 segundo turno


SÃO PAULO (Reuters) - A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff (PT), divulgou documento nesta sexta-feira no qual se compromete, se eleita, a não propor alterações na legislação do aborto e outros temas relacionados à família e à adoração religiosa.


Segundo Dilma, a iniciativa visa pôr fim ao que classificou de "campanha de calúnias e boatos espalhados por meus adversários eleitorais".

Os temas aborto e religião ganharam destaque na reta final da campanha do primeiro turno, com líderes religiosos pregando abertamente contra o voto nos candidatos do PT. A justificativa para isso seriam propostas contidas no Plano Nacional dos Direitos Humanos 3, posições do PT e declarações anteriores da candidata se dizendo favorável à descriminalização do aborto.

A equipe de Dilma avalia que esse movimento foi um dos fatores que impediram a eleição da candidata no dia 3, levando ao segundo turno com José Serra (PSDB).

O documento divulgado nesta tarde foi acertado em encontro na quarta-feira entre Dilma e lideranças evangélicas que a apoiam.

A petista inicia o texto com uma linguagem religiosa voltada diretamente aos cristãos dizendo que se dirige àqueles que "sonham com um Brasil cada vez mais perto da premissa do Evangelho de desejar ao próximo o que queremos para nós mesmos".

"Eleita presidente da República, não tomarei a iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação do aborto e de outros temas concernentes à família e à livre expressão de qualquer religião no país", afirma Dilma.

A candidata também se compromete a sancionar, caso seja aprovado, o PLC 122, projeto de lei que propõe a criminalização da homofobia, "nos artigos que não violem a liberdade de crença, culto e expressão".

Dilma, que chegou a estar virtualmente eleita já no primeiro turno, segundo as pesquisas eleitorais, viu nos últimos dias sua vantagem se reduzir a uma situação de empate técnico com Serra, tornando a eleição presidencial deste ano a mais disputada desde 1989.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello e Bruno Peres)

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Lula diz em tom de despedida que qualquer um pode ser presidente


Rio de Janeiro, 7 out (EFE).- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje em um discurso em tom de despedida que o maior legado de seus oito anos de Governo foi ter demonstrado que qualquer um pode chegar ao poder.

IC
"Meu maior legado é ter desperto na cabeça de cada mulher e de cada homem deste país a ideia que, se eu pude ser presidente da República e fazer o que fiz por este país, qualquer um pode ser presidente da República, pode ser governador e pode ser prefeito", disse Lula em discurso durante o batismo de uma nova plataforma da Petrobras.

"Acho que não volto mais aqui até 31 de dezembro e quero me despedir dizendo que meu legado foi ter transmitido a certeza de que não existe um ser humano inferior a outro e que todos temos competência desde que tenhamos a oportunidade", acrescentou o governante.

Lula chegou a chorar no ato de hoje em Angra dos Reis, cidade no litoral sul do Rio de Janeiro, ao recordar que no dia 1º de janeiro terá que transmitir o comando para seu sucessor.

"Posso dizer agora, faltando três meses para deixar o Governo, que vai deixar muita saudade", assegurou o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, em um discurso no qual Lula não conteve as lágrimas.

Cabral disse que o maior feito de Lula foi ter melhorado a autoestima dos brasileiros.

Lula disse que entregará o cargo com a convicção de ter exercido um mandato republicano.

"Tenho divergências com muitas pessoas, mas como presidente tratei todo o mundo em igualdade de condições", afirmou Lula, que antes do ato cumprimentou os trabalhadores presentes e abraçou muitos deles.

O presidente assegurou que nenhum prefeito do Brasil poderá dizer que precisava de recursos e que o presidente negou por não pertencer ao partido do Governo. EFE